A exposição “Céu da boca da noite” de Gi Monteiro, com a curadoria de Lucas Dilacerda, é a primeira exposição individual da artista e apresenta a sua poética fugitiva que recusa as demandas do sistema neoliberal das artes, que constantemente exige de artistas minoritários a busca por visibilidade e representatividade. Para isso, a artista usa o abstracionismo como uma máquina política de desobediência poética aos imperativos coloniais que cobram de artistas minoritários uma produção pautada na figuração e nas narrativas de violência.
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