Esta é a primeira exposição individual de pinturas de Gabriel Branco, que começou sua trajetória artística com a fotografia analógica. A experiência de Branco como assistente no ateliê do pintor Paulo Monteiro, que assina o texto crítico da exposição, o iniciou na técnica da pintura, onde o desenvolvimento da sua expressão subjetiva tomou forma e cor. Trabalhando com óleo e cera de abelha sobre tela, o artista constrói, principalmente a partir da técnica da velatura, imagens abstratas que suspendem o olhar. A abstração opera como meio para expressar memórias, afetos e vivências, articulando um diálogo sensorial com a realidade urbana.
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