O nascer nunca é um instante inaugural – aquela centelha que dispara a respiração pela primeira vez –, dissociar-se da matriz para vir à luz (às vezes, à escuridão) dos dias. É travessia, reinvenção. Talvez por isso, Nascimento tenha sido o título escolhido por Antonio Obá para acolher estas obras. Elas trazem a marca da autorreferência, com ênfase nas experiências humanas, que caracteriza seu trabalho e procuram sintetizar a sua admiração pela vida, pelas coisas do mundo. A mostra tem texto crítico de Denise Camargo, que escreve os trechos acima.
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