A exposição dá continuidade à participação de Gê Viana na 36ª Bienal de São Paulo, em 2025, e acontece paralelamente à sua primeira individual nos Estados Unidos, apresentada pelo Hammer Museum, em Los Angeles. Em Viena, Gê reúne onze colagens, escultura, ráfia, altares, uma obra sonora e uma Radiola ligada à cultura reggae do Maranhão.
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